São Paulo
link: Mapa do Transporte Metropolitano - São Paulo
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Bases conceituais da construção do Sistema de Informações Geográficas no Saneamento - da Cartografia ao Cadastro Comercial. Temas diversos relacionados a Saneamento e a Cartografia de modo geral, com ênfase no Mapeamento Digital de Informações.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
Febre Amarela no Estado e na Cidade de São Paulo - janeiro de 2018
link 1: áreas de recomendação da vacina contra febre amarela (Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, 19.01.2018)
link 2: áreas de recomendação da vacina contra febre amarela (Secretaria da Saúde da Prefeitura de São Paulo, 19.01.2018)
link 3: Boletim Epidemiológico de Febre Amarela (16/01/2018)
Casos Autócnes: quando a doença é contraída na própria cidade e não vem de pessoas que viajaram para regiões afetadas
PNH: Febre Amarela em Primatas Não Humanos
SINAN: O Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan
link 4: Boletim Epidemiológico de Febre Amarela (22/01/2018)
link 2: áreas de recomendação da vacina contra febre amarela (Secretaria da Saúde da Prefeitura de São Paulo, 19.01.2018)
link 3: Boletim Epidemiológico de Febre Amarela (16/01/2018)
Casos Autócnes: quando a doença é contraída na própria cidade e não vem de pessoas que viajaram para regiões afetadas
PNH: Febre Amarela em Primatas Não Humanos
SINAN: O Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan
link 4: Boletim Epidemiológico de Febre Amarela (22/01/2018)
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Urbanismo / São Paulo
Levantamento inédito feito pelo ‘Estado’ nos dados de cadastros da Prefeitura para a cobrança de IPTU revela que, apesar de a cidade ter 463 anos, sua configuração de prédios é recente, as construções mais velhas estão no centro e as mais jovens, nos extremos.
link: 1/4 dos imóveis de São Paulo é da década de 1970
Edison Veiga e Rodrigo Burgarelli para o Estadão, em 15 Abril 2017.
link: 1/4 dos imóveis de São Paulo é da década de 1970
Edison Veiga e Rodrigo Burgarelli para o Estadão, em 15 Abril 2017.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Geografia da Música Popular Brasileira
link: http://arte.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/musica-muito-popular-brasileira/introducao/
Obs: Os não-assinantes da Folha conseguem visualizar até 5 matérias no site da Folha ou até 10 se for cadastrado no site (é necessário o login e senha).
O que ouvem os brasileiros
Os fãs de MPB estão concentrados em cidades litorâneas, assim como os de gospel e reggae. O funk paulista domina áreas centrais das regiões Sul e Sudeste. Já o sucesso da Galinha Pintadinha é homogêneo. Afinal, que gênero merece hoje o rótulo de música popular brasileira?
A artista mais ouvida do país, a cantora sertaneja Marília Mendonça, 22, tocou 31 vezes mais que Chico Buarque, 73, nos últimos três anos.
Mas por que sertanejo, funk e gospel dominam as paradas hoje? Os brasileiros realmente trocaram rádio pelo celular como ferramenta para ouvir música hoje? De que forma as novas tecnologias transformaram a produção musical de gêneros populares nas periferias?
Neste caderno especial, a Folha de São Paulo investiga esses e outros temas a partir de entrevistas, estudos e, principalmente, dados do YouTube —plataforma digital mais usada para ouvir música no país e no mundo.
A análise de 134 bilhões de execuções, de 2014 a 2017, permite traçar a geografia dos fãs de artistas nacionais e estrangeiros pelo território nacional. O retrato se propõe como um convite a se afastar das bolhas sociais e descobrir o que faz os ouvidos dos brasileiros.
Popularidade dos Artistas por Região
Obs: Os não-assinantes da Folha conseguem visualizar até 5 matérias no site da Folha ou até 10 se for cadastrado no site (é necessário o login e senha).
O que ouvem os brasileiros
Os fãs de MPB estão concentrados em cidades litorâneas, assim como os de gospel e reggae. O funk paulista domina áreas centrais das regiões Sul e Sudeste. Já o sucesso da Galinha Pintadinha é homogêneo. Afinal, que gênero merece hoje o rótulo de música popular brasileira?
A artista mais ouvida do país, a cantora sertaneja Marília Mendonça, 22, tocou 31 vezes mais que Chico Buarque, 73, nos últimos três anos.
Mas por que sertanejo, funk e gospel dominam as paradas hoje? Os brasileiros realmente trocaram rádio pelo celular como ferramenta para ouvir música hoje? De que forma as novas tecnologias transformaram a produção musical de gêneros populares nas periferias?
Neste caderno especial, a Folha de São Paulo investiga esses e outros temas a partir de entrevistas, estudos e, principalmente, dados do YouTube —plataforma digital mais usada para ouvir música no país e no mundo.
A análise de 134 bilhões de execuções, de 2014 a 2017, permite traçar a geografia dos fãs de artistas nacionais e estrangeiros pelo território nacional. O retrato se propõe como um convite a se afastar das bolhas sociais e descobrir o que faz os ouvidos dos brasileiros.
Popularidade dos Artistas por Região
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
O Aprendiz na Sabesp (2011)
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
terça-feira, 14 de novembro de 2017
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